Aplicação do diagrama de áreas dolorosas em trabalhadores da colheita do abacaxi (Ananas comosus (L.) Merril)

Valter da Silva[1]

Pedro Ferreira Da Silva[2]

Manoel Alves de Freitas Neto[3]

 

DOI: 10.5281/zenodo.21828102

 

 

RESUMO

Devido à importância econômica para o Brasil, a cultura de abacaxi precisou aumentar a produtividade e melhorar os aspectos ergonômicos e os riscos atrelados a ele. O objetivo geral do trabalho foi aplicar o diagrama de áreas dolorosas em trabalhadores da colheita do abacaxi. No trabalho, inicialmente foi discorrido conceito de risco ergonômico, trabalho agrícola e característica da cultura. A metodologia consistiu-se de entrevista se aplicação do Diagrama de Corlett e Manenica, 1980, com os trabalhadores.A partir dos resultados das entrevistas e do diagrama foi possível identificar pontos de falha na ergonomia do trabalho executado; então, sugeriu-se alternativa que pudesse eliminar ou atenuar os pontos de falha identificados no processo de colheita do abacaxi.

 

Palavras-chave: Diagrama. Trabalhadores rurais. Abacaxicultura. Colheita.

 

 

1. Introdução

 

No Brasil, a abacaxicultura abrange praticamente todos os estados da federação, sendo que nos últimos anos, observou-se um crescimento da produção nacional, no entanto, a produtividade brasileira dessa cultura ainda é considerada baixa, em torno de 25 t/ha a 35t/ha. Dentre os quatro primeiros produtores brasileiros; Minas Gerais, Paraíba, Pará e Bahia, a Paraíba possui a maior produtividade agrícola com uma média de 29,33 mil frutos por hectare. A produção de abacaxi na Paraíba declinou em meados da década de 90, voltando a crescer já no final desta década contando com crédito agrícola subsidiado, através do Programa Nacional de Agricultura Familiar – PRONAF (ADISSI & ALMEIDA, 2002).  Mas de acordo com dados mais recentes do IBGE (2013), a Paraíba e o Pará disputam o “ranking” de maiores estados produtores de abacaxi do Brasil com aproximadamente 300.000 frutos cada.

Na Paraíba, os cinco municípios que mais se destacam na produção da fruta são: Itapororoca, Santa Rita, Araçagi, Pedras de Fogo e Lagoa de Dentro respectivamente. A produção de abacaxi no Brasil, além de gerar renda, gera também, empregos diretos e indiretos. Devido sua importância econômica para o Brasil, a cultura de abacaxi precisa de pesquisa e extensão, não somente para melhorar a produtividade, mas também as condições de trabalho em especial os aspectos ergonômicos e os riscos atrelados a ele. Isso, porque a abacaxicultura é muito dependente das atividades manuais.

A ergonomia estuda a adequação do trabalho ao homem; inicia-se com o estudo das peculiaridades do trabalhador para, depois, projetar o trabalho que ele consegue executar, resguardando a sua saúde. A ergonomia estuda tanto as condições prévias como as decorrências do trabalho e as interações que ocorrem entre o homem, máquina e ambiente durante a prática do trabalho. Isso envolve não somente o ambiente físico, mas também os aspectos organizacionais; pois muitas decisões que afetam o trabalho são adotadas em nível gerencial (IIDA, 2005, p. 2-3). Neste trabalho, os métodos utilizados para análise ergonômica nos trabalhadores da colheita do abacaxi consistiu de entrevistas e aplicação do Diagrama de Corlett e Manenica, 1980 à nível de campo.

O objetivo geral do trabalho foi analisar os trabalhadores da colheita do abacaxi. Enquanto que, objetivos mais específicos foi discutir sobre o ponto de vista de:

I - Identificar áreas dolorosas nos trabalhadores da colheita do abacaxi;

II - Identificar e analisar pontos de falha na ergonomia das atividades da colheita;

 

 

2. Risco Ergonômico, Trabalho Agrícola, Cultura do Abacaxi

 

O risco pode está presente em qualquer situação de trabalho, desde aqueles que manuseiam ou operam máquinas no campo, até aqueles que manipulam substâncias perigosas nas indústrias químicas.“A norma OHSAS (Occupational Health and Safety Assessment Series) 18001 (1999) define risco como a combinação da probabilidade de ocorrência e da(s) conseqüência (s) de um determinado evento perigoso”(RIBEIRO, 2005, p. 25).

O ambiente de trabalho na agricultura expõe os trabalhadores rurais a diferentes riscos ergonômicos;á exemplo: posturas corporais forçadas, responsabilidades, levantamento de peso, jornadas de trabalho prolongadas, ritmos intensos, competição, trabalho em turno, entre outros.A postura corporal sob intensa pressão, como o corpo curvado, nas atividades de plantar, capinar, adubar; causam efeitos severos para a saúde, como problemas na coluna, dores musculares entre outros (ALBERTO, 2006, p. 52-53). Problemas no disco intervertebral são as causas mais comuns de dores nas costais. Esse disco funciona como uma almofada que separa duas vértebras coletivamente, a coluna ganha flexibilidade com esses discos. No interior de cada disco está presente um líquido viscoso dentro de um anel fibroso e resistente, que o rodeia. Razões diversas, devido principalmente ao desgaste pelo uso e pela idade fazem com que os discos intervertebrais degenerem até perder sua força. Podem se tornar achatados e, em casos severos, podem se deformar ao ponto de o anel fibroso se danifica. Esses processos degenerativos interferem na mecânica da coluna vertebral, fazendo com que tecidos e nervos sejam comprimidos, levando a sérios problemas, entre outros, a lombalgia (KROEMER & GRANDJEAN, 2005, p. 60-61).Ao levantar um peso com as mãos, a coluna vertebral recebe todo o esforço, descendo pela bacia e pernas, até chegar ao piso. Como a coluna vertebral é composta por discos superpostos, sendo capaz de aguentar uma grande força no sentido vertical, mas é extremamente delicado para forças que atuam perpendicularmente ao seu eixo. Sendo assim, na medida do possível a força sobre a coluna vertebral deve ser aplicada no sentido vertical, usando a musculatura das pernas, que são mais resistentes (IIDA, 2005, p. 179-180).A coluna cervical é outra parte da coluna, que consiste em sete vértebras superiores, mas é tão importante quanto à coluna lombar. A coluna cervical também é um segmento bastante móvel, que apresenta uma lordose quando ereta. A mesma é delicada e passível de processos degenerativos e artroses. Adultos tem problemas de pescoço em virtude de distúrbios das vértebras e discos, denominados síndrome cervical (MAEDA, K.; HORIGUCHI, S. & HOSOKAWA, M.,1982, p. 17 - 29).

O trabalho agrícola coloca o homem junto à natureza, muitas vezes em situações de bem-estar, provocadas pelas expressões da topografia natural, da flora e da fauna. Contudo essa aproximação pode também apresentar dificuldades à humanização do trabalho em decorrência da intensidade da insolação, das chuvas, dos ventos, e de animais peçonhentos. Além disso, a topografia e condições do solo demandam cargas de trabalho de diversas intensidades e, muitas vezes, o ambiente natural atrapalha a higienização dos locais de trabalho. Na produção agrícola a prática da remuneração por produção, que, por um lado, premia os trabalhadores mais produtivos e, por outro, livra, em grande parte, a responsabilidade da supervisão com os resultados quantitativos do trabalho realizado; vem se juntar a prática da contratação de pessoal temporário, que a fim de compensar os picos de trabalho de seus sistemas de produção, faz surgir os diaristas, os boias-frias, os migrantes e no controle destes, os agenciadores de mão de obra, denominados de empreiteiros (ADISSI, 2011, p. 490 - 492).

De acordo com a Norma Regulamentadora nº 31 do Ministério do Trabalho e Emprego está previsto, que o ambiente de trabalho deve tornar compatível o planejamento e o desenvolvimento das atividades da agricultura, pecuária, silvicultura, exploração florestal e aquicultura com a segurança e saúde. Cabendo o empregador rural garantir adequadas condições de trabalho, higiene e conforto; adotar medidas de prevenção e proteção para garantir que todas as atividades, lugares de trabalho, máquinas, equipamentos, ferramentas e processos produtivos sejam seguros e em conformidade com as normas de segurança e saúde. Ainda, de acordo com a norma, o empregador rural deve adotar princípios ergonômicos que visem à adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Nesse sentido, a ginástica laboral pode contribuir com o bem-estar nas atividades diárias do trabalho. Segundo Mendes & Leite, 2004, a ginástica laboral além de recuperar e manter a capacidade de amplitude de movimentos que as pessoas possuem, pode ser realizada pelo trabalhador no próprio ambiente e horário de trabalho. Cujo objetivo é a prevenção e o auxílio na reabilitação das doenças que a repetitividade e monotonia do trabalho pode trazer.

Quanto às características botânicas, o abacaxizeiro que é originário do Brasil, de clima tropical é uma planta monocotiledônea, herbácea e perene da família Bromeliaceae, apresenta o caule curto e grosso, em torno do qual crescem folhas estreitas e compridas às vezes margeadas por espinhos, formando uma roseta. A planta adulta, das variedades comerciais, tem de 1 a 1,20 m de altura e ainda um pedúnculo  que sai do caule e sustenta a inflorescência e depois o fruto (SILVA et al., 2010, p. 20).

O abacaxizeiro possui adaptações morfológicas e fisiológicas características de plantas xerófilas, como espinhos, folhas protegidas por ceras e pêlos, e também, um metabolismo similar aos cactos. Para o abacaxizeiro, a faixa ótima para o crescimento das raízes e das folhas situa-se entre 22ºC e 32ºC; assim como, a precipitação pluviométrica ideal deve ficar em torno de 1.000 a1.500 mm anuais de chuva. E ainda, a umidade relativa do ar deve girar em torno de 70% e a luminosidade deve ficar entre 2.500 a 3.000 horas/ano (CARVALHO, et al.,2001 p.10 - 12).

O processo de produção do abacaxi divide-se em 4 fases: preparo do terreno, plantio, tratos culturais e colheita. As três primeiras fases não é alvo de nosso estudo, para o nosso trabalho vamos nos ater apenas no processo de colheita do abacaxi.

Em uma turma de colheita de abacaxi têm-se algumas funções a desempenhar. Sendo os catadores responsáveis pela catação dos frutos no roçado, balaieiros pelo tombo dos frutos em balaios até o caminhão, contadores pelo recebimento dos frutos na carroceria do caminhão e também pela contagem dos mesmos e arrumadores pela arrumação da carga.

 

 

3. Metodologia

 

Os métodos utilizados para análise ergonômica nos trabalhadores da colheita do abacaxi, consistiu de entrevistas e aplicação do Diagrama de áreas dolorosas - Diagrama de Corlett e Manenica, 1980 à nível de campo. Nesse diagrama, o corpo humano é dividido em 24 áreas. Essa divisão facilita a localização de áreas em que os trabalhadores sentem dores (Fig.1). Tendo como base o diagrama, foram feitas entrevistas antes e ao final de cada período de trabalho, com o objetivo de indicar as áreas dolorosas do corpo. Em seguida, pede para que ele avalie, subjetivamente, o grau de desconforto que sentem em cada um dos segmentos apontados no diagrama. O índice de desconforto é classificado em 8 níveis que parte do zero (sem desconforto) até o sete (extremamente desconfortável), marcados linearmente da esquerda para a direita. (IIDA, 2005, p. 173).

A amostra foi composta por 17 trabalhadores; esses por sua vez possuíam uma idade média de 35 anos, mas estão incluídos nessa amostra trabalhadores com 23 e 52 anos. Todos eram do sexo masculino e com ou sem nenhum grau de instrução, isto é, analfabetos, semianalfabeto ou com o quinto ano do ensino fundamental incompletos. A grande maioria era casada no estado civil união estável, mas encontrou trabalhadores solteiros e separados. Alguns trabalhadores estavam nesse ramo a pouco mais de 15 anos, outros a menos de três anos. Com o diagrama em mãos, perguntava-se ao trabalhador em que parte do corpo, o mesmo, sentia dor ou algum desconforto muscular; então, marcava-se no diagrama de acordo com nível de dor ou desconforto muscular indicado por ele. A partir dos resultados das entrevistas e da aplicação do diagrama foi possível identificar pontos de falha na ergonomia do trabalho executado; então, sugeriu-se alternativa que pudesse eliminar ou atenuar os pontos de falha identificados no processo de colheita do abacaxi.

 

 

4. Coleta de Dados

 

Partindo de entrevistas e da aplicação do Diagrama de áreas dolorosas (fig. 1) feita antes e depois da colheita; obtiveram-se dados que foi organizada em uma tabela. Antes de iniciar o trabalho,dois balaeiros entrevistados, se queixaram de dores. Os demais entrevistados afirmaram que naquele momento, não estavam sentindo nenhuma dor ou desconforto muscular. Após o término da colheita, apareceu dores ou desconforto musculares em grande parte dos trabalhadores e, que, portanto ir-se-á analisar logo abaixo.

Ed.-75- fig6  

 

5. Análise

 

Comentou-se, logo acima que, antes de iniciar o trabalho, apenas dois balaeiros entrevistados, se queixaram de dores. Sendo que um alegou dores ou desconforto musculares no ombro direito e o outro alegou dores ou desconforto musculares em ambos os lados do dorso inferior. Os demais entrevistados afirmaram que naquele momento, não estavam sentindo nenhuma dor ou desconforto muscular. Essas informações estão inseridas em forma de dados na tabela. A importância de se fazer esse levantamento antes de iniciar os trabalhos é para não mascará o resultado de levantamento de dados após a colheita do abacaxi.

Comentou-se também que, após o término da colheita apareceu dores ou desconforto musculares em grande parte dos trabalhadores e, que, portanto discutir-se-á abaixo.

Os catadores (fig. 2) alegaram dores ou desconforto musculares no dorso inferior, nas pernas e nos pés; os balaeiros (fig. 2) relataram dores ou desconforto musculares no pescoço, no dorso inferior e nos pés; os contadores (fig. 3) afirmaram dores ou desconforto musculares no braço, nos dorsos superior, médio e inferior, e na coxa; os arrumadores (fig. 3) também confirmaram dores ou desconforto musculares no braço, nos dorsos superior, médio e inferior, e na coxa (tab.).

Pela tabela percebeu-se que os contadores e arrumadores apresentaram dores ou desconfortos musculares idênticos, da mesma forma que se percebeu uma estreita relação entre os catadores e balaeiros, quanto ao aparecimento de dores ou desconforto musculares nos pés desses trabalhadores (tab.).

O dorso inferior foi o segmento corporal, mais apontado pelos trabalhadores como sendo o mais afetado pelas dores ou desconforto musculares durante a realização de seus trabalhos no processo de colheita do abacaxi. Segundo Kroemer e Grandjean (2005, p.103), o manuseio de cargas envolve bastante esforço estático e dinâmico, no entanto, o maior problema destas formas de trabalho não é a carga sobre os músculos, mas sim o desgaste da coluna, notadamente nos discos intervertebrais da região lombar, com o crescente risco de distúrbios.

Observa-se também que a linha dorso-lombar, assim, como os pés foram os que apresentaram o maior índice de dor ou desconforto muscular. Neste estudo, também ficou evidenciado que os únicos segmentos corporais que não pontuaram, isto é, que não foram motivos de queixas de dores ou desconfortos musculares pelos trabalhadores foi o antebraço, a mão e o quadril (tab.).

 Tabela. Áreas dolorosas - adaptado de Corlett e Manenica, 1980 (aplic. antes e após o trabalho)

 

Ed.-75-fig5

 

Ed.-75-fig3 Ed.-75-fig4

Figura 2. Catadores e balaeiros                         Figura 3. Contadores e arrumadores

 

 

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

Alguns pontos de falha identificados na ergonomia do trabalho do processo de colheita do abacaxi poderiam ser evitados com alternativas simples. É o que acontece com os balaeiros as dores na coluna e no pescoço sentido por esses trabalhadores poderiam ser evitados. Uma alternativa seria o tombamento dos abacaxis em caçoas carregados por muares ou asininos. Caso contrário, segundo Iida, 2005, p. 185, o transporte manual de carga pode provocar dois tipos de reações corporais. No primeiro momento, o aumento de peso provoca uma sobrecarga fisiológica nos músculos da coluna e dos membros inferiores. No segundo momento, o contato entre a carga e o corpo pode provocar estresse postural. Em ambos os casos; o desconforto, a fadiga e as dores poderão está presente. Mas, de acordo com                        Maeda, K.; Horiguchi, S. &Hosokawa, M.,1982, p. 17 - 29, outros problemas poderão aparecer, como a síndrome cervical, que  são dores nos músculos dos ombros, dores e mobilidade reduzida na coluna cervical e às vezes dores irradiando para os braços; problemas estes, conhecidos como síndrome cervicobraquial.

Outros pontos de falha percebidos na ergonomia do trabalho do processo de colheita do abacaxi exigiriam alternativas mais complexas ou de difícil aceitação por partes dos trabalhadores ou dos compradores de abacaxis (dono da carga). É o que acontece com os catadores, contadores e arrumadores, uma alternativa ideal para evitar futuros problemas ergonômicos em que eles estão submetidos no processo de colheita, quanto às dores ou desconfortos musculares, seria a prática da ginástica laboral e o aumento do número de vezes de pausa ou descanso nas atividades desempenhadas. Para Mendes & Leite, 2004, a ginástica laboral pode ter o objetivo preparatório, isto é, realizado no início do expediente, visa o aquecimento, à preparação da musculatura e das articulações que serão utilizadas no trabalho, prevenindo entre outras coisas, a distensão muscular; no meio do expediente a ginástica laboral pode ser útil como uma forma compensatória, ou seja, previne a fadiga naqueles que realizam movimentos repetitivos e atividades com sobrecarga muscular; e por fim a ginástica laboral, ainda pode ser relaxante, quando aplicado no fim do expediente, neste caso, serve para o trabalhador relaxar o corpo e extravasar as tensões acumuladas nas diferentes partes do corpo (regiões dorsal, cervical, lombar entre outras).

 

 

7. Referências

 

ADISSI, P. J. & ALMEIDA, C. V. B. Riscos na produção do abacaxi: o caso do baixo Paraíba, PB.XXII Encontro nacional de engenharia de produção,Curitiba – PR, p. 1, 2002.

 

ADISSI, P. J. Ergonomia no trabalho agrícola. In:MÁSCULO, F. S.; VIDAL, M. C. (Orgs.).Ergonomia:Trabalho adequado e eficiente. Rio de Janeiro: ELSEVIER – ABEPRO, p. 490 - 492, 2011.

 

ALBERTO, M. F. P. (Coord.). O trabalho infantil na cultura do abacaxi no município de Santa Rita - PB: um diagnóstico rápido à luz das piores formas do trabalho infantil no Brasil. Programa Internacional para Eliminação do Trabalho Infantil (IPEC). Brasília: OIT - Secretaria Internacional do Trabalho, p.52 – 53, 2006.

 

BRASIL. Ministério do Trabalho e Emprego. NR 31: segurança e saúde no trabalho na agricultura, pecuária silvicultura, exploração florestal e aqüicultura, p. 1 - 13.Disponível em: <http://www.mte.gov.br/images/Documentos/SST/NR/NR31.pdf>. Acesso em: 20/01/2015.

 

CARVALHO, R. A. et al.Abacaxicultura irrigada no semi-áridoparaibano.JoãoPessoa:Emepa, p. 10 – 12, 2001. (Emepa. Documentos, 32).

 

IBGE. Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Produção agrícola municipal, lavoura temporária, 2013. Disponível em: <http://www.cidades.ibge.gov.br/xtras/home.php>. Acesso em 20/01/2014.

 

IIDA, I. ERGONOMIA: Projeto e produção. 2. ed. São Paulo: Blucher, p. 2 - 3, 2005.

 

IIDA, I. ERGONOMIA: Projeto e produção. 2. ed. São Paulo: Blucher, p. 173, 2005.

 

IIDA, I. ERGONOMIA: Projeto e produção. 2. ed. São Paulo: Blucher, p. 179-180, 2005.

 

IIDA, I. ERGONOMIA: Projeto e produção. 2. ed. São Paulo: Blucher, p. 185, 2005.

 

KROEMER, K. H. E. & GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, p. 103, 2005.

 

KROEMER, K. H. E. & GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia: adaptando o trabalho ao homem. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, p. 60 - 61, 2005.

 

MAEDA, K.; HORIGUCHI, S. &HOSOKAWA, M. (1982). History of the studies on occupational cervicobrachial disorder in Japan and remaining problems. Journal of  HumanErgology, 11, p. 17-29.

 

MENDES RA &LEITE N. Ginástica laboral: princípios e aplicações práticas. 3 ed. Barueri, SP: Manole, 2004.

 

RIBEIRO, S. B. Análise dos riscos ergonômicos dos trabalhadores rurais no processo de colheita do abacaxi. 2005. 158 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção) Programa dePós graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, p.25, 2005.

 

SILVA, J.O.et al. Produção de abacaxi.Viçosa:CPT, p. 20, 2010.

 

 



[1] Engenheiro Agrônomo pela Universidade Federal da Paraíba e Especialista em Engenharia de segurança do Trabalho pelo Instituto de Educação Superior da Paraíba - IESP. E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

[2] Técnico em Radiologia do IFPB. E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

[3] Tecnólogo em Energias Renováveis. E-mail: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo..

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